02/11/2011

vamos brincar de poesia?




Sempre achei que ele 'tinha jeito' com as palavras. Soltava uma frase aqui, outra ali. Por que não fazer um blog? Sugeri e acertei na sugestão. Ele não só fez o blog como já escreveu dois livros. O primeiro dedicou para mim, na primeira linha já. Fiquei honrada e muito orgulhosa, claro.
Nós sempre combinanos de brincar de poesia, mas nunca dá certo. E hoje lendo um dos seus textos fiquei com um sorriso bobo estampado. É certo que já insipirei alguns de seus posts, mas tenho a impressão de ser a mocinha de quase todos eles. Vai ver sou comum demais e me encaixo direitinho nas histórias.
Eu sou aquela que só sente, sem vontade de doer. Aquela que virou as costas para as portas fechadas, sorriu e pulou as janelas abertas. Eu só quero deitar e descansar. Eu só quero dançar até não sentir os pés. Eu moro ali, naquela casa um pouco sofrida, suja e bagunçada que ele chama de coração.
Eu sinto saudade. Sinto saudade de sorrir suspensa no ar, de ser óbvia. Sorrir como a menina traquina que fugiu de casa. Por que eu sou meio gota, meio beijo, também. Por que eu me arrependo de algumas coisas que fiz, mas sou presenteada com a alegria. (será que mereço?)
Eu sigo. Eu sigo sem querer partir, sem querer ir embora, só querendo ser feliz, só sentindo sem vontade de doer.
texto costurado com pedaços seus: meu poetinha, meu amigo, meu.
O texto é seu. E quando eu estou com você é sempre assim, o céu fica leve e colorido.
vamos brincar de poesia?

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