05/12/2009

Morar só





é algo que eu penso sempre. Sempre sempre. De dez em dez minutos. Penso no kitinete, nas paredes da cor que não gosto, da preocupação com aluguel e com a fominha de quando chegar. Do medo de andar sozinha tarde da noite. Em dormir como quiser, em ouvir o que eu quiser sem me preocupar com a opinião do outro, mas respeitando seu direito à tranqüilidade.

Às vezes penso que está próximo, noutras, que está longe demais, sem saber ao certo se será bom ou ruim. Se será algo que prove a minha capacidade de me virar sozinha, ou não. Não sei. Só sei que morar só é um desejo que me faz notar números de placas e me questionar se suportarei ficar longe das pimpinhas do meu coração.

Morar sozinha para sentir o peso da responsabilidade e não da falta dela. Penso que tenho um senso de liberdade muito grande para quem tem dinheiro de menos... Questão de tempo. Vamos ver só.

Pauta para o Blorkutando

4 comentários:

Natália disse...

De casa eu nunca vou sair. Beijos

disse...

Ás vezes morro de vontade de sair de casa, mas depois me pergunto se aguentaria... Deixa o tempo resolver, né? Beijo.

Mary West disse...

Eu quero sair de casaaaaaaaaa.

Gabi disse...

Você disse tudo o que eu penso.

E agora sei que isso está cada vez mais próximo da minha realidade... No próximo mês vou experimentar pela primeira vez a experiência de ir embora de casa.

Por causa da universidade. Um novo passo.

E sabe... é estranho. Antes minha mãe me dava presentes diferentes: calças, blusas, maquiagem... Agora ela me da coisas de casa, panelas, pratos. Tudo muda e... a gente sente saudade antes mesmo de ir.

É tudo que a gente mais quer. Mas é a coisa mais difícil do mundo.

Quantos?